Vino é um protocolo/serviço que permite partilhar o ambiente gráfico Gnome, via acesso remoto. Por omissão, o Ubuntu vem com o vino-server instalado, sendo desta forma muito fácil a sua configuração e consequente acesso ao ambiente gráfico de trabalho do utilizador.
Para configurar o acesso (Remote Desktop) basta seguir os seguintes passos:
1) Ir a System->Preferences->Remote Desktop

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Criado por: Evandro Silvestre em 2 de Fevereiro de 2007
14 Comentários
instalados directamente do Windows . Ubuntu e Debian anunciaram a alguns dias atrás o lançamento do projecto que permiti instalá-los directamente do Windows, sem a necessidade de disco de boot.
Licença: GNU
Download: Debian Installer [5.06MB]
Visualizar: Screenshots da instalação
Homepage: Goodbye Microsoft
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Quem acompanha o Peopleware de certo modo acompanha o mundo tecnológico em geral, pelo menos não anda de luz apagada. Nesse sentido apresento-vos o Linutop. Não é um projecto de agora, já conheço este produto há pelo menos 3 meses, no entanto é uma ideia inovadora e de certa forma uma filosofia futurista. Num futuro próximo, com o desenvolvimento das ferramentas sociais não será de estranhar que deixaremos de ter necessidade de discos físicos na máquina de tamanho gigantesco, isto porque a Internet será o nosso computador no aspecto hardware.
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Wine (acrónimo para WINE Is Not an Emulator) é um projecto para sistemas operativos UNIX que permite executar nesse ambiente software especificamente concebido para o Microsoft Windows. O WINE funciona como uma camada (semelhante a um emulador) que expõe uma API compatível com a do Windows; ao serem executadas as diferentes funções, o Wine irá traduzi-las para rotinas em UNIX cujo resultado seja idêntico. O Wine ainda disponibiliza a sua própria biblioteca (Winelib) por forma a que o código-fonte dos programas concebidos para Windows possa ser compilado no ambiente UNIX.

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O DiskInternals Linux Reader é uma aplicação para Windows para Linux. Confuso?… Esta aplicação é óptima para quem tem um pc com dois sistemas operativos tipicamente Windows e Linux, já que permite ao Windows “ver” o conteúdo da partição Linux (em formato Ext2 / Ext3).
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Do mesmo modo que o Windows é mais do que o ambiente gráfico e tem por baixo o acesso a uma shell (DOS) para interacção com o sistema operativo, também o Linux tem também uma “shell” que pode e deve ser utilizada com o mesmo fim. Por norma a shell utilizada na maior parte das distribuições é a bash, pois é de longe (na opinião) a mais completa. Existem, como é claro muitas outras shell’s passíveis de serem utilizadas pelos utilizadores, tais com a c shell, tch shell, ksh, etc.
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Wine (acrónimo para WINE Is Not an Emulator) é um projecto para sistemas operativos UNIX que permite executar nesse ambiente software especificamente concebido para o Microsoft Windows. O WINE funciona como uma camada (semelhante a um emulador) que expõe uma API compatível com a do Windows; ao serem executadas as diferentes funções, o Wine irá traduzi-las para rotinas em UNIX cujo resultado seja idêntico. O Wine ainda disponibiliza a sua própria biblioteca (Winelib) por forma a que o código-fonte dos programas concebidos para Windows possa ser compilado no ambiente UNIX.

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O projecto Looking Glass teve recentemente a sua versão 1.0 lançada para a plataforma Windows, GNU/Linux e Solaris. Consiste num ambiente de trabalho em 3D em open source claro, que é desenvolvido pela Sun Microsystems em Java 3D. Oferece um poderoso aspecto ao sistema operativo além de facilitar na troca entre janelas. Para quem pensava que os efeitos de transição de janelas num sistema operativo ficavam resumidos ao Vista aqui fica um vídeo.
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No sistema de ficheiros utilizados no SO Linux existem atributos específicos para cada ficheiro/directoria. Esses atributos, também conhecidos por “permissões, possibilitam ao SO controlar o acesso dos diferentes utilizadores aos ficheiros/directorias. Desta forma evita-se que um utilizador possa aceder a conteúdos aos quais não tem privilégio, por serem ficheiros de sistema ou ficheiros de um outro utilizador. No entanto, esses atributos podem ser alterados, permitindo o acesso controlado aos mesmos. O utilizador root, por ser administrador do SO, pode aceder a todos.
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Não é novidade para ninguém afirmar que os sistemas Linux têm recursos e características para serem usados em dispositivos USB, como flashdrives e outros do género. Segundo o Fórum Pc’s a comunidade de utilizadores e programadores Mandriva, sistema que resultou da fusão entre a Mandrake, sistema europeu e a Conectiva de nacionalidade brasileira, nasceu um sistema operativo inovador na sua forma de transporte e utilização; o Madriva Flash. Com este sistema operativo portátil não terá necessidade de (re)correr os sistemas nativos das máquinas que eventualmente teria de usar.
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